Tele Sena de Mães 2018: Veja todos os números sorteados


Tele Sena de Mães 2018 concorra a Milhões em prêmios? Por isso corra e garanta uma, duas, três, quantas Tele Senas quiser. Todo mundo vai amar ganhar essa edição milionária de presente. Acompanhe aqui os resultados da Tele Sena Dia das Mães.

Tele Sena de Mães 2018

Tele Sena De Mães 2018: Resultados dos Sorteios

Dia: 22/04/2018: 07 – 10 – 12- 22 – 34

Dia: 29/04/2018: 24 – 33 – 35 – 37 – 40

Dia: 06/05/2018: 16 – 19 – 20 – 23 – 36

Dia: 13/05/2018: 03 – 08 – 17 – 25 – 28

Dia: 20/05/2018: 02 – 04 – 15 – 18 – 26

Campanha Tele Sena de Mães 2018

A Tele Sena Especial que é um verdadeiro presente!

O dia das mães está chegando e um presente que vale muito a pena é a Tele Sena Milionária! Com apenas R$ 10,00 você adquire essa edição especial e ainda pode achar na hora o “Cupom Premiado de Mães”.

Já imaginou você abrindo uma Tele Sena e encontrando na hora um cupom com um carro zerinho? E ainda tem TVs 4K, Viagens em Cruzeiros, iPhones X ou Joias em Ouro com Brilhantes.

E pode se empolgar, pois as premiações de “Mais Pontos”, “Menos Pontos” e “Tele Sena Completa” vão continuar alegrando toda a família! Você pode ficar milionário fazendo Mais Pontos!

Você ainda pode raspar e achar no “Ganhe Já” prêmios em dinheiro de até R$ 300 Mil na hora!

Não deixe pra comprar esse presentação depois. Garanta já a sua, a da mamãe e de quem você ama.

Tele Sena é um título de capitalização de Pagamento Único (PU), lançado em novembro de 1991 pela Liderança Capitalização S/A.

O consumidor adquire o produto em casas lotéricas ou agências dos correios por R$ 10,00 e após um ano, pode resgatar 50% do valor, com juros e correção monetária, ou acrescentar mais um pouco e trocar pela Tele Sena em vigor.

Durante a vigência da Tele Sena Milionária de Mães (SUSEP: 15414.900133/2018-21), o consumidor concorre em seis formas de premiação:

GANHE JÁ: Tele Sena de Mães 2018

É uma premiação instantânea na qual você raspa as sete películas protetoras e, se achar a frase contemplatória descrita nas condições gerais do produto, ganha o prêmio indicado. Nesta edição Milionária de Mães você concorre a prêmios em dinheiro nos valores de: 10 Mil Reais, 20 Mil Reais, 30 Mil Reais, 50 Mil Reais, 100 Mil Reais, 200 Mil Reais e 300 Mil Reais.

MAIS PONTOS: Tele Sena de Mães 2018

É um quadro com 25 dezenas, no qual você pode marcar os números sorteados durante os cinco sorteios da campanha, veiculados aos domingos no SBT. O prêmio é de até 1 Milhão de Reais para quem fizer Mais Pontos.

MENOS PONTOS: Tele Sena de Mães 2018

Além de concorrer com Mais Pontos, no mesmo quadro você concorre a Meio Milhão de Reais com menos pontos. Se houver mais de um ganhador, os prêmios serão divididos em partes iguais.

TELE SENA COMPLETA: Tele Sena de Mães 2018

Completando este quadro você pode ganhar até 700 Mil Reais. Serão sorteadas dezenas até que alguém complete o quadro e se houver mais de um ganhador, o prêmio será dividido em partes iguais.

CUPOM PREMIADO DE MÃES: Tele Sena de Mães 2018

Nesta modalidade de premiação instantânea você pode abrir a Tele Sena Milionária de Mães e achar um cupom premiado. As opções de premiações são: Carro, Viagem em Cruzeiro, TV 4K, iPhone X e Joia em Ouro com Brilhantes.

PRÊMIO CASA

Um ano após a compra da Tele Sena Milionária de Mães 2018, você ainda concorrerá ao Prêmio Casa, que nesta edição são duas Casas de 250 Mil Reais cada uma. Ou se preferir, 500 Mil Reais em dinheiro. O sorteio será em 21/04/2019.

Controvérsias da Tele Sena
Em 19 de agosto de 1994, o SUSEP, que regula os bingos televisivos disse que não via irregularidade no Papa-Tudo e na Tele Sena. Ainda assim, em 1992, uma ação popular foi ajuizada em maio de 1992 pelo ex-deputado estadual José Carlos Tonin, PMDB-SP, por meio do advogado Luiz Nogueira, defende que a Tele Sena é uma cartela de jogo disfarçada de plano de capitalização, uma vez que ela devolve aos compradores apenas metade do valor pago, R$ 3, um ano depois. Segundo a ação, a Tele Sena contraria o decreto 261/67, que determina que as sociedades de capitalização devem funcionar como poupança e condenou os réus a recolherem R$ 50 milhões aos cofres públicos.

Em 1997, a Folha de S.Paulo noticiou que o juiz João Batista Gonçalves da 6ª Vara Federal de São Paulo, nos autos da ação popular que o juiz moveu há cinco anos e na qual ele anulou o ato administrativo da SUSEP, que autorizou a Liderança Capitalização S/A a emitir cartelas de jogo travestidas de título de capitalização. Para o juiz, a Tele Sena “Não é capitalização. É jogo camuflado. Lesa o consumidor e os Correios”, e que “Também foram considerados lesivos à União os contratos de comercialização dessas cartelas pelos Correios a custo irrisório”. Para o magistrado, “a Tele Sena foi adaptada para ser vendida às classes menos favorecidas, sob a forma de loteria e com valor de devolução reduzido à metade, após um ano de desembolso. Com pequena capacidade para poupar, as classes menos favorecidas adquirem a Tele Sena, iludidas por uma propaganda malsã e enganosa”.

Veja o resultado: Tele Sena de PÁSCOA 2018

Em 2001, desembargadores do Tribunal Regional Federal de São Paulo criaram uma ação pedindo o fim da Tele Sena. Em carta manuscrita, dirigida como forma de sensibilizar os desembargadores que analisam apelação cível à ação popular que pede a decretação da ilegalidade da Tele Sena. Silvio Santos revelou como conseguiu montar e depois impedir que o SBT, fosse à falência, há quase dez anos. Silvio Santos admitiu ter criado a Tele Sena, em 1991, para cobrir os prejuízos do SBT, que já não conseguia se sustentar e crescer apenas com publicidade e os lucros do carnê Baú da Felicidade. Silvio Santos argumenta que a Tele Sena é legal e que seu fim o levaria à falência, prejudicando o SBT e favorecendo a Globo, pois segundo o empresário, até o pacote de filmes da Warner e da Disney que o SBT vem exibindo, e que tem superado a Globo no Ibope, foi viabilizado pela Tele Sena.

“A Tele Sena gerou em oito anos um lucro que está sustentando todas as empresas do grupo, que dão prejuízo em razão dos altos investimentos na própria rede de TV e na abertura de novos negócios (Internet, TV a cabo, banco etc)”, escreveu Silvio Santos.

A carta foi enviada à desembargadora federal Therezinha Cazerta, que interpretou como uma confissão de que a Tele Sena é uma “loteria disfarçada de título de capitalização”, a desembargadora concluiu seu voto, também contrário à Tele Sena. Na decisão, ela reproduziu trechos da carta de Silvio Santos. Diz que o documento, “antes de socorrê-lo, acaba por ratificar mais ainda que a Tele Sena é ilegal e lesiva à moralidade administrativa”, e que “Na verdade, a Tele Sena somente enriquece o senhor Silvio Santos”. Em novembro de 1999, o relator do processo, desembargador Newton de Lucca, deu voto contra a Tele Sena e concluiu pela ilegalidade da Tele Sena, mas reformou a decisão sobre a multa de R$ 50 milhões. Em seu voto, o desembargador federal apontou que a Tele Sena é “um desvio de finalidade” do decreto 261/67, que não “cria poupança” e que se vale do “apelo lúdico dos sorteios”, realizados pelo “homem de vendas mais prestigiado da TV brasileira”.

Em 2002, o Ministério Público Federal acusou a Liderança Capitalização de “apropriação indevida” de R$ 2,3 bilhões do faturamento total de R$ 5,75 bilhões que a Tele Sena nos últimos 11 anos conseguiu dos compradores de cartelas da Tele Sena. A procuradora regional da República Maria Iraneide O. Santoro Facchini concluiu que a Tele Sena não funciona como título de capitalização, objetivo para a qual foi criada e aprovada, mas como jogo de azar comum e segundo o texto do parecer, a Tele Sena é uma aventura que descapitaliza a população carente e enriquece o Grupo Silvio Santos. Embora tenha condenado a Tele Sena em primeira instância, a Justiça tem entendido como legal o contrato, para venda de cartelas, do grupo Sílvio Santos com a ECT (Empresa Brasileira de Correios). No seu parecer, a procuradora afirma que o contrato é lesivo.

Em 2007, por decisão unânime, o Superior Tribunal de Justiça reconheceu a legalidade da Tele Sena. Os ministros, acompanhando o entendimento do relator, ministro Luiz Fux, anularam decisão da Justiça Federal da 3ª Região concluindo que o autor de ação popular não tem legitimidade para propor ação visando à anulação de contratos entre pessoa jurídica e outras entidades, nem para pleitear defesa de outros consumidores, sequer para reivindicar valores obtidos com a venda dos títulos de capitalização.Posteriormente, foi aberto um processo na Corte Especial daquele Tribunal para apurar possível parcialidade do ministro Luiz Fux, em favor da empresa Liderança Capitalização S/A.

 


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