Grupo Anonymous pede para investigar ligação entre Bolsonaro e traficante de crianças

O grupo de hackers Anonymous reapareceu neste domingo (31) com uma postagem favorável às manifestações antirracistas que vêm acontecendo nos Estados Unidos, após a morte de Goerge Floyd por um policial, em Minneapolis.

O grupo de hackers também escreveu que apoia às manifestações antirracistas que acontecem nos Estados Unidos

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi citado nesta postagem, ao ter o seu nome ligado a John Casablancas, empresário de modelos falecido em 2013 que estaria envolvido com tráfico de crianças.

“Algo que as pessoas devem olhar no Brasil é investigar se Bolsonaro tem algum vínculo com o traficante e estuprador de crianças John Casablancas, um associado próximo de Trump que atuava como procurador de negócios de Trump no Brasil sob algum cargo obscuro e indefinido”, postou o Anonymous.

Também são citados como possíveis envolvidos neste tipo de crime o ex-piloto de Fórmula 1 Pedro Paulo Diniz, a modelo Naomi Campbell, o cantor Michael Jackson e Charles Spencer, irmão da princesa Diana.

Introdução
Desde 2013, muitos sites oficiais pertencentes a governos em todo o mundo foram invadidos e desfigurados por um invasor que se identificou como ‘VandaTheGod’.

O hacker visou governos em vários países, incluindo: Brasil, República Dominicana, Trinidad e Tobago, Argentina, Tailândia, Vietnã e Nova Zelândia. Muitas das mensagens deixadas nos sites desfigurados implicavam que os ataques foram motivados por sentimentos antigovernamentais e foram realizadas para combater injustiças sociais que o hacker acreditava serem resultado direto da corrupção do governo.

Embora a destruição do site tenha dado muita atenção aos hackers, a atividade do invasor se estendeu além disso, roubando detalhes do cartão de crédito e vazando credenciais pessoais sensíveis.

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