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FGTS: Dependentes podem sacar contas inativas de falecidos

Entre as pessoas que podem acessar o valor do (FGTS) estão o cônjuge ou os herdeiros

Com a liberação dos recursos em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), famílias de trabalhadores que morreram antes da edição da medida podem sacar o dinheiro, informa a Agência Brasil.

FGTS

Nesse caso, para ter acesso aos recursos, é necessário apresentar a carteira de trabalho do titular da conta, além da identidade do sacador ao solicitar o resgate junto à Caixa Econômica Federal.

 

Entre as pessoas que têm legitimidade sobre os bens do trabalhador que morreu, estão o cônjuge ou os herdeiros. Caso a família não tenha um inventário deixado pelo ente falecido indicando a divisão de bens, é preciso ir até o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e solicitar a emissão de uma declaração de dependência econômica e da inexistência de dependentes preferenciais.

 

Além disso, o INSS emite uma declaração de dependentes que podem receber a pensão por morte e que têm direito aos valores.

 

Também é necessário apresentar a identidade e o CPF dos filhos do trabalhador que forem menores de idade. Os recursos serão partilhados e depositados na caderneta de poupança desses dependentes, que só poderão acessá-la após completarem 18 anos.

 

Saques

Abril será o maior mês em que mais trabalhadores farão o saque do FGTS. Segundo a Caixa, 26% do total de retiradas devem ser feitas neste mês, que contempla quem nasceu em março, abril e maio. Os outros meses com maior volume serão maio e junho, com 25% do total de saques cada um. Em março espera-se um volume de 16% e junho, 8%.

 

A Caixa Econômica Federal fará uma força-tarefa para atender os trabalhadores que têm direito a sacar dinheiro de suas contas inativas do FGTS. As agências abrirão com duas horas de antecedência aos sábados próximos às datas de saque.

 

De acordo com o governo, são R$ 43 bilhões depositados em 49 milhões de contas inativas do FGTS. A estimativa de saques, contudo, é mais modesta: o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, prevê uma retirada de até R$ 35 bilhões do fundo.

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