Dólar fecha a R$ 3,35 entre leves altas e baixas

Dólar Hoje – preço – valor – cotação

O dólar oscilava entre leves baixas e altas ante o real neste início da tarde desta terça-feira (22), ainda monitorando o exterior, onde os preços do petróleo também variavam entre os terrenos positivo e negativo, e o recuo da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes perdia força.

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Dólar fecha em queda pela 4ª sessão seguida (Foto: Heloise Hamada/G1)

Às 16h30, a moeda norte-americana subia 0,23%, vendida a R$ 3,3596, depois de ter caído 2,58% nos quatro pregões anteriores. Veja a cotação do dólar hoje.

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h20, queda de 0,58%, a R$ 3,3324
Às 10h09, queda de 0,33%, a R$ 3,3409
Às 10h39, queda de 0,16%., a R$ 3,3464
Às 11h19, queda de 0,239%, a R$ 3,344
Às 12h20, queda de 0,155%, a R$ 3,3468
Às 13h49, queda de 0,22%, a R$ 3,3468
Às 15h49, alta 0,22%, a R$ 3,3615

Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,03%, vendido a R$ 3,352.

Cenário externo
“O petróleo abandonou a alta e isso foi enfraquecendo o dólar ante o real e, no final da manhã, o peso mexicano também vinha perdendo força e isso fez o dólar aqui virar para o positivo”, afirmou à Reuters um profissional da mesa de câmbio.

A moeda trabalhou em baixa ante o real durante toda a manhã, monitorando os Estados Unidos e novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Donald Trump, bem como notícias sobre seu futuro governo.

“Ainda estamos em compasso de espera, observando o que vai acontecer nos Estados Unidos. Mas a trégua favorece a correção do dólar aqui”, comentou à Reuters o sócio da Omnix Corretora, Vanderlei Muniz.

A alta nos preços de metais como cobre e minério de ferro favorecia a queda do dólar sobre moedas de países emergentes, como o peso mexicano.

Sobretudo na semana passada, os mercados cambiais sofreram forte aversão ao risco após a surpreendente eleição de Trump à Presidência dos EUA, alimentando temores de que sua política econômica será inflacionária e pressionará o Federal Reserve, banco central norte-americano, a elevar ainda mais os juros.

O mercado teme que a política econômica norte-americana pode se tornar inflacionária e pressionar o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, a elevar os juros na maior economia do mundo.

Fonte: G1

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Perfíl do Autor: BR Acontece

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