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Veja 5 coisas surpreendentes que já foram encontradas em sótãos

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1. Uma legítima múmia

Alexander Kettler, um garoto de 10 anos de uma cidade alemã, encontrou uma múmia no sótão da casa da sua avó. Depois do susto, foi descoberto que o avô do menino obteve a múmia como uma lembrança de uma viagem que ele fez ao Norte da África em 1950.

2. Que tal encontrar o seu ex-namorado (vivo) morando no sótão?

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A história começa com um ar bem assustador: Barulhos em alguns cômodos da casa! Isso lembra muito os filmes de terror e suspense não é? Agora, imagine vivenciar isso em sua casa? Pois foi por essa situação que passou Tracy, uma moradora de Rock Hill na Carolina do Sul (EUA), que estava assustada pois sempre ouvia alguns barulhos estranhos vindos do sótão de sua casa e achou que havia algo errado. O mais estranho ainda é que ela tinha terminado o relacionamento com esse homem havia 12 anos, pouco antes de ele ser preso por roubar uma loja. Ele estava dormindo ao lado de uma abertura no chão do sótão em que ficava espionando a vida de sua ex. A polícia encontrou latas com excrementos do homem no local, onde ele passou sabe lá quanto tempo escondido.

3. Uma autêntica e valiosa obra de Van Gogh

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Em 2013, uma pintura de paisagem até então desconhecida do mestre da pintura Vincent Van Gogh foi descoberta no sótão de um colecionador norueguês. A obra ficou lá por anos, porque simplesmente o dono achava que era apenas uma cópia falsa.
A pintura, nomeada como Pôr do sol em Montmajour, passou mais de 100 anos longe da vista do público, sendo desvalorizada e não apreciada. Em 1991, os curiosos proprietários da pintura entraram em contato com o Museu Van Gogh de Amsterdã, para obter a opinião dos especialistas.
No entanto, em um primeiro momento, os profissionais a consideraram como falsa porque não estava assinada. Acredita-se que, quando Van Gogh não gostava da pintura, ele não a assinava por esse motivo.
Porém, com o avanço da tecnologia em análises de artes, o quadro passou por um processo de avaliação química por dois anos inteiros, além de radiografias e leituras de cartas de Vincent Van Gogh, a fim de encontrar relatos sobre essa obra específica. Em uma das cartas, Gogh escreveu ao seu irmão Theo descrevendo a pintura. Com essa conclusão e das análises químicas, agora, ela é considerada autêntica.

4. Muito, Muito, Muiiiito dinheiro!

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Há alguns anos, Josh Ferrin, da cidade de Bountiful (Utah – EUA) fechou o negócio de compra de sua primeira casa. Horas mais tarde, ele foi visitar o local e começou a verificar cada quarto de sua nova residência.
Ao planejar a organização de suas ferramentas na garagem, ele notou um painel de acesso no teto com alguns pedaços de tapete para fora. Pensando que seria um bom espaço para seus filhos brincarem, Ferrin decidiu investigar mais de perto e pegou uma escada para subir naquele ambiente.
No espaço escuro e pequeno, o pai encontrou uma caixinha de munição que parecia ser da Segunda Guerra Mundial. Depois de fuçar mais um pouco, ele encontrou mais sete caixas e chamou sua esposa para lhe mostrar. Mas, o que ele encontrou a seguir foi o mais surpreendente. As caixas estavam lotadas de dinheiro, somando cerca de 45 mil dólares em cada uma, distribuídos em vários rolinhos de notas.
Aquele dinheiro poderia ajudar muito na sua vida, sua mudança, reparos em seu carro, nas contas, com os filhos. Porém, após um momento pensando nas maravilhas que seria pegar toda aquela grana para ele, Josh se lembrou da família que morava lá antes, o qual o ex-proprietário (o pai Arnold Bangerter) havia morrido recentemente.
Ferrin decidiu fazer algo que nenhuma quantia de dinheiro poderia comprar: ser um exemplo para seus filhos. Ele então devolveu todo o dinheiro para o filho mais velho da família Bangerter. Não se sabe se esse filho dividiu o dinheiro com os outros cinco irmãos, nem se ele ofereceu uma recompensa a Ferrin.

5 – A coleção proibida de Hitler

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Um capitão da unidade de inteligência militar da Rússia, foi à sede recém-tomada do partido nazista, em Berlim, e lá, existiam caixas numeradas de pertences pessoais de Hitler, que seriam levados para a sua casa de montanha. Porém, com o suicídio do Führer e a queda do nazismo, tudo ficou por lá. Com isso, o capitão russo e seus companheiros não puderam resistir em levar alguns pertences de Adolf como lembranças.
Tudo isso ficou desconhecido, até que em 1991, a filha de Besymenski, Alexandra Besymenskaja, foi até o sótão de seu pai para pegar algum objeto esquecido por lá e acabou encontrando a coleção pessoal de discos de Adolf Hitler.
A pilha de discos havia sido rotulada com a palavra, Führerhauptquartier, Chancelaria do Reich. Entre os compositores encontrados na coleção de Hitler estavam Peter Tchaikovsky, Alexander Borodin e Sergei Rachmaninoff — todos eles rotulados como “subumanos” pelos nazistas.

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