Supercomputador brasileiro é desligado por a conta de luz


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Ah, o Brasil… O supercomputador Santos Dumont era um orgulho nacional. Localizado em Petrópolis, no Rio de Janeiro, ele é considerado o maior da América Latina e ajudava pesquisadores em estudos sobre o mal de Alzheimer e o vírus da zika, apenas para dar dois exemplos. No mundo, ele foi considerado o 265º mais rápido que existe, o que não é pouca coisa. Mas… Estamos no Brasil, né? E ele foi desligado porque o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) não tinha mais dinheiro para pagar a conta de luz.

Manter o Santos Dumont funcionando custava R$ 500 mil por mês, o que correspondia a 80% dos recursos destinados ao laboratório. “No mês de maio, vimos que não havia a possibilidade de manter o computador ligado e tivemos a decisão de desligá-lo, diante da imprevisibilidade de chegada dos recursos para a energia elétrica”, disse o diretor do LNCC, Augusto Gadelha, à rádio CBN. Além de atrasar as pesquisas, o desligamento pode causar danos ao próprio computador. Por isso, que nem um carro velho, ele é ligado rapidamente fora dos horários de pico para “azeitar o motor”.

 

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