Motorista embriagado atropela 12 jovens no acostamento da Raposo e mata seis - BR Acontece

Motorista embriagado atropela 12 jovens no acostamento da Raposo e mata seis

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Uma cena de horror, é como a jovem Tainá, 16 anos, descreve o atropelamento ocorrido na manhã deste domingo, no quilômetro 107 da rodovia Raposo Tavares. Ela e a amiga Ana, também de 16 anos, estavam em um ponto de ônibus anterior ao local onde um grupo de, segundo elas, mais de 20 pessoas, aguardavam o coletivo para ir embora de uma festa, quando aconteceu o acidente. “Essas pessoas estavam no ponto de ônibus, quando o carro veio e arrastou todo mundo”, contou Tainá, que conhece as vítimas. De acordo com ela, na festa “eclética” a maioria dos jovens tinha entre 15 e 18 anos. “Não deu para ver muita coisa do acidente, mas quando chegamos lá parecia uma cena de filme de horror: braço caído, pessoas espalhadas, se debatendo para morrer.” Como contou, logo a ambulância chegou ao local, mas não sabe quem ligou.

Por volta das 10h da manhã deste domingo, muitos jovens já se aglomeravam em frente ao Hospital Regional de Sorocaba, para onde as vítimas foram levadas. Ainda vestidos com roupas e maquiagens de festa, o semblante de tristeza e choro destoava das vestimentas. Abraçados, contaram, sem querer se identificar, que a maioria das vítimas pertencia a um grande grupo de amigos, por isso a comoção de todos. Segundo os relatos, há, entre as vítimas, jovens dos bairros Vila Angélica e Jardim Tatiana.

A empresária Alessandra Gonçalves, 36, era uma das pessoas que consolava os jovens e familiares que chegavam atrás de mais informações. Seu filho de 17 anos estava na mesma festa. Foi ele que, ao chegar em casa, contou da tragédia para a mãe, que foi até o local para confortar outras mães e amigos do filho. “É um momento muito difícil, só agradeço a Deus por meu filho estar bem.”

Nenhum dos jovens entrevistados soube dar mais detalhes sobre o nome do evento, ou responsável pela festa. No entanto, algumas pessoas que aguardavam por notícias em frente ao hospital contaram que entre eles muitos eram menores, e alguns poderiam estar portando identidades de outras pessoas para ter acesso à festa, o que estava dificultando a identificação das vítimas.

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