Indústria do ramo erótico movimenta R$ 400 bilhões ao ano - BR Acontece

Indústria do ramo erótico movimenta R$ 400 bilhões ao ano

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Maior site do ramo pornográficos recebe 50 mil acessos ao dia.


Sex shop

João e Lídia abriram uma sex shop há três anos. A decisão do casal surpreendeu a todos, já que são muito religiosos. A loja não tem vídeos ou artigos pornográficos e o público alvo são outros casais.

O casal morava em Portugal quando ele perdeu o emprego, na crise de 2010. Eles decidiram recomeçar a vida no Brasil e não imaginavam trabalhar com produtos eróticos, até que uma amiga abriu um sex shop.

A dupla trabalha cerca de 12 horas por dia. Enquanto Lídia cuida da área administrativa, João divide seu tempo entre dicas de relacionamento em um blog religioso e o atendimento aos clientes da loja.


Feira erótica

Evaldo Shiroma sempre trabalhou com eventos. Em 1997, ele apostou no mercado do sexo, até então pouco explorado, e montou a primeira feira erótica do Brasil. Hoje Shiroma está entre os principais nomes do ramo, que movimenta R$ 80 milhões por mês.

A maior feira do mercado erótico da América Latina recebe 30 mil visitantes, em três dias de evento. Nesse meio não há crise: a indústria de artigos pornográficos movimenta R$ 400 bilhões ao ano.


Strippers

O stripper Evandro Titanic é um dos mais conhecidos de São Paulo. Seu show em uma boate da cidade é um dos mais esperados da noite. Ele e sua mulher são casados há 10 anos e se apresentam juntos.

Na madrugada, o casal faz shows eróticos em boates e eventos, mas Evandro também trabalha durante o dia. Ele é contratado para animar despedidas de solteira e chás de cozinha.


Camgirls

5002258_x216Foto reprodução: Rede Globo

 

Nos dois maiores sites brasileiros de sexo virtual, mais de quatro mil mulheres se exibem.

“Linda Missy”, de 21 anos, trabalha como camgirl desde os 18. Ela chega a ficar 12 horas na frente da webcam e atende até 10 clientes por dia.

Vários homens acessam a página ao mesmo tempo enquanto a stripper fica nua. Quem quer fazer sexo online precisa entrar em uma conversa privada e pode até se mostrar, mas a maioria prefere o anonimato.

Quarenta por cento do que as strippers ganham é repassado para os donos dos sites. Eles monitoram mais de 500 mulheres de sua sede, em Curitiba. O site recebe, diariamente, 50 mil acessos e funciona desde 2010.

Fonte: G1

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