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Estudo mostra que o Brasil sai com vantagem na Copa do Mundo 2014

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Copa do Mundo 2014

A PricewaterhouseCoopers-PwC elaborou um estudo, com base na “econometria”, para avaliar a possibilidade de sucesso ou fracasso das maiores seleções de futebol do mundo na Copa do Brasil.
“Em análises anteriores das Olimpíadas, nós encontramos uma forte ligação entre o total de medalhas e o tamanho da economia de cada país. Porém, esta relação não se aplica à Copa do Mundo. Em vez disso, o número de jogadores profissionais em cada país, o interesse nacional pelo futebol, a tradição neste esporte e o desempenho recente de cada equipe têm  influencia no resultado”, diz o economista da PwC UK Dan Broadfield, um dos responsáveis pelo levantamento.
Força dos times
O resultado da análise de todas essas variáveis é o Índice PwC da Copa do Mundo – uma avaliação qualitativa da capacidade  relativa de cada país. Isto indica claramente que o Brasil é um dos favoritos este ano, devido à tradição no futebol e à vantagem de ser o país sede do campeonato; porém, a Alemanha, a Argentina e a Espanha virão com força. Enquanto isso, a Inglaterra ocupa o oitavo lugar no índice.
A explicação é que o time enfrentará uma batalha para vencer em seu grupo, devido aos fortes rivais  como Itália e Uruguai.
Estimativa da PwC sobre a capacidade de times líderes na Copa do Mundo 2014
O fator sede
A história do Campeonato mostra que, muitas vezes, países sede avançam pelo menos duas rodadas a mais do que se não fossem sede. Também existe o efeito positivo causado pelo apoio da torcida e condições climáticas familiares, o que oferece uma vantagem a times sul-americanos.
Uma estatística curiosa: um país europeu nunca venceu uma Copa do Mundo sediada na América, enquanto países latino-americanos alcançaram o feito contrário uma única vez– o Brasil venceu a Copa na Suécia em 1958.
Grupo da Morte
Há opiniões divididas em relação a qual é o “Grupo da Morte” para a Copa do mundo de 2014, com os Grupos D e G sendo considerados os mais fortes de acordo com os dados do índice da PwC.
A capacidade estimada de cada grupo da Copa do Mundo 2014
John Hawksworth, economista chefe da PwC UK, comenta: “O Grupo D tem a maior pontuação em nosso índice. Portanto, é o candidato mais forte a “Grupo da Morte”. Isto reflete a longa tradição do futebol no Uruguai, Inglaterra e Itália – três países ranqueados nas dez primeiras posições na tabela geral de todas a Copas do Mundo que, juntos, venceram sete das últimas 19 copas.
Países que superam e frustram expectativas
O estudo da PwC estabelece variáveis que explicam as diferenças das performances na Copa em diversos países. Elas são: número de jogadores de futebol registrados, participação em jogos de alta divisão, número de tentativas para sediar a Copa do Mundo e se o país é da Europa ou América do Sul.
O modelo abaixo mostra o número de pontos estimados para cada país em comparação com os números reais de pontos, o que indica se um país frustrou (underachievers) ou superou as expectativas (overachievers).
O Brasil é o país que mais superou expectativas, acumulando 95 pontos a mais do que nossa estimativa. É o país que teve um sucesso consideravelmente maior do que outros países com um número similar de jogadores registrados e participações de clubes em grandes campeonatos.
A reputação da Inglaterra em meio a países que frustraram expectativas é justificada pelo fato de que eles acumularam 26 pontos a menos do que o estimado no modelo. Porém, o país que mais frustrou expectativas é os EUA, que deveriam ter acumulado 76 pontos a mais de acordo com o modelo, devido à abundância de jogadores registrados e ao fato de que eles sempre se candidatam para sediar o campeonato.
No entanto, esta estimativa não leva em conta o fato de que a proporção de jogadoras femininas registradas nos EUA é maior que a de outros países. Isso se reflete no fato de que o país se saiu bem melhor na Copa do Mundo Feminina.
Fonte: Tribuna da Bahia.

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