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Estudo genético confirma: Hitler era descendente de judeus e africanos

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Um estudo genético feito, recentemente, a partir de amostras de saliva de 39 familiares de Adolf Hitler confirmou o paradoxo já suspeito: o líder nazista tinha raízes judaicas e africanas, ou seja, seus antepassados eram, de acordo com sua visão sinistra, de “raças sub-humanas”.
O jornalista belga Jean-Paul Mulders e o historiador Mar Vermeeren rastrearam os parentes do Führer e encontraram 39 deles, incluindo um camponês austríaco que era seu primo. Desse modo, encontraram em sua linhagem o cromossomo chamado haplogrupo E1b1b1, muito raro na Europa Ocidental e bastante comum entre os berberes marroquinos, argelinos e tunisianos, assim como entre judeus, tanto os asquenazes quanto os sefarditas – na verdade, muitos estudos o apontam como um dos cromossomos das linhagens genéticas fundadoras da população judaica.
Para os pesquisadores, essa é uma evidência suficiente para afirmar, de maneira definitiva, que Hitler estava vinculado biologicamente a grupos humanos que desprezava.
O teste científico, realizado sob regulamentos rigorosos, poderá confirmar a hipótese histórica que indica que o pai de Adolf Hitler teria sido o filho legítimo de uma mulher chamada Maria Schickelgruber, e de um homem judaico de 19 anos, de nome Frankenberger.
Também se suspeita que a esposa de Hitler, Eva Braun (aliás, Eva é um nome bastante judeu), descendia de judeus. O ditador alemão, que chegou ao poder em 1933, tinha medo que sua imagem pública ficasse arranhada por sua relação com Eva, que conheceu em 1929 através de um fotógrafo quando ela era una modelo adolescente, e preferia que sua parceira, que era 23 anos mais jovem que ele, se mantivesse escondida em Berghof.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Hitler foi responsável pelo extermínio sistemático dos judeus, o que foi chamado pelos nazistas de “solução final”. Estima-se que mataram mais de 6 milhões de judeus. Ao final da guerra, Hitler e Braun se refugiaram em um bunker em Berlim – demolido em 1987 – onde passaram seus últimos dias de vida (embora hajam suspeitas de que eles fugiram para a Argentina, de acordo com relatórios do FBI ).

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