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Conheça o lado obscuro do cientista mais famoso do planeta: Stephen Hawking

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Stephen Hawking é o cientista mais famoso do planeta, ouvi falar muito sobre ele na escola e tenho certeza que você também. Do começo deste ano – 2014 – pra cá ele vem tendo algumas atitudes estranhas que está assustando bastante o meio científico.
A primeira atitude foi sua mudança radical de posição em relação a obra da sua vida. Hawking escreveu um artigo dizendo que os buracos negros não existem da forma que imaginamos – ficando mais mistérios no ar e deixando os cientistas ainda mais “malucos”. Alguns meses antes ele defendeu o suicídio assistido, que sempre considerou um grande erro, e publicou uma autobiografia bem pequena com apenas 144 páginas, que dá a entender que depois de revolucionar a física, Hawking quer contar sua história para o mundo.
E falando em “contar sua história para o mundo” tem um lado obscuro de Stephen Hawking que muitos não conhecem. O primeiro fato é que Stephen era um mau aluno, não fazia direito os trabalhos escolares e mesmo assim ganhou o apelido de “Einstein” pelos colegas. Aos 21 anos Hawking descobriu que tinha esclerose lateral amiotrófica, uma doença incurável que leva à perda de movimentos – e, segundo os médicos, levaria à morte em no máximo três anos. Assim que ele teve alta do hospital, ele foi para casa e pouco tempo depois conheceu Jane Wilde, amiga de uma de suas irmãs, namoraram por um tempo e casaram.
Com o passar do tempo Hawking foi piorando, parou de andar e não conseguiu cuidar mais dos três filhos e da esposa. O casamento não ia bem e  Jane Wilde começou a ter um caso com um músico e tocador de órgão que conheceu numa igreja local, e que surpreendentemente pouco tempo depois ela convidou o amante para morar junto com a família. A reação de Hawking foi diferente da que todos esperavam, ele concordou pois achava que ia morrer logo e queria alguém que pudesse sustentar os filhos.
Nos anos seguintes sua saúde piorou muito, ele passava longos períodos com falta de ar e, em 1985, durante uma viagem a Suíça, pegou pneumonia. Ficou à beira da morte, chegando ao ponto dos médicos sugerirem  desligar o respirador artificial que o mantinha vivo. Jane não aceitou e levou o marido de volta para Cambrige onde ele foi submetido a uma traqueostomia, cirurgia que colocou um tubo de ar em sua garganta, facilitando sua respiração. Isso salvou Hawking, mas depois disso ele nunca mais voltou a falar. A partir dai ele começou a se comunicar usando um computador – com voz de robô pelo qual até hoje ele é conhecido.
Em 1988 Hawking viveu o grande momento da sua carreira. O físico publicou o livro Uma Breve História do Tempo, que fala sobre a origem do Universo. Apesar do tema ser “chato” e complexo, Hawking escreveu em uma linguagem simples, para leigos. E acertou em cheio! O livro fez sucesso e vendeu mais de 11 milhões de cópias e foi traduzido para mais de 30 idiomas. E foi nesse ponto que Stephen Hawking virou o cientista vivo mais famoso do mundo.
Em 1995 ele pediu divórcio de Jane e se mudou para outro apartamento com uma de suas enfermeiras. Elaine Mason. Eles se casaram, e Hawking aparentemente chutou o balde e começou a fazer aventuras em clubes pornô, noitadas com strippers e frequentar boate de sexo. A imprensa fala que ele adora clubes pornô.
Mas nem tudo são flores. A nova vida conjugal de Hawking foi marcada por um episódio de violência doméstica. Em 2000 ele foi parar no hospital depois de apanhar da esposa, com cortes e hematomas por todo o corpo. Mas na ocasião ele não quis dizer como tinha se machucado. Alguns anos depois a sua filha Lucy contou que o cientista apanhava constantemente da esposa, e uma enfermeira fez a mesma acusação, dizendo que Elaine agredia e humilhava Hawking – batendo em seus braços, fazendo-o engolir água durante o banho e deixando-o sob o sol escaldante por horas. O físico não quis comentar o caso, mas se separou da mulher em 2007 onde foi morar em uma casa em Cambrige, onde está até hoje, com uma governanta.
Apesar de ser um grande físico, ao longo da matéria a gente percebe que ele é uma pessoa como qualquer uma, com problemas e atitudes normais. A doença pode até ter trazido enormes dificuldades mas não fez Hawking ficar parado. Ele viajou o mundo inteiro, casou duas vezes, conheceu dezenas de autoridades, escreveu livros, andou de submarino, voou em um balão e até recentemente ele experimentou a gravidade zero em um avião de uma empresa americana.
Base do Artigo: Revista Superinteressante.

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