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Camila Oliveira Ring Girl do UFC

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A primeira brasileira escolhida para ser a Octagon Girl do UFC no ensaio de capa do #FpH

Camila Oliveira Ring Girl do UFC

As Ring Girls tem mais história do que se poderia pensar. Foram lançadas nos anos 50 em Las Vegas para promover lutas de boxe, assim atraindo mais espectadores.

Durante os anos 70 as meninas começaram a se vestir com roupas mais curtas, não só elas, mas todas as mulheres da época e em determinado momento foram apresentadas em topless (que incrível ideia), mas a prática foi considerada ilegal (caramba, você sociedade).

Em 1980, o WWF (World Wrestling Federation) deu as senhoritas biquínis que acabaram se transformado no uniforme padrão das ring girls até hoje.

Em todos os esportes que usam as Ring Girls sem dúvidas o MMA (Mixed Martial Arts) é quem tem de longe o melhor “casting”.

O Boxe perdeu espaço e o MMA ganhou o posto de esporte de luta mais popular, a partir disso o nome também mudou. Saem as Ring Girls e entras Octagon Girls.

Hoje inúmeras meninas do MMA tem ficado em evidencia por dividir os olhares com os brutamontes e trazer a beleza para o esporte.

Concursos revelam diversas candidatas ao titulo de musa do esporte, mas cá pra nós. Pra ser a mais importante Octagon Girl do Brasil tem que estar no UFC. E nós do Feito Para Homens fotografamos a mais conhecida delas: Camila Oliveira.

A história:

Paulistana, com 23 anos ela trabalhava (ainda trabalha) como modelo até que um amigo avisou que estava acontecendo um teste para o UFC e mesmo com uma forte febre correu para participar.

“Estava com 39 de febre e algo me falou para ir. Me arrumei correndo, sabendo que era uma oportunidade única: Poder representar o Brasil no esporte que virou uma febre nacional revelando não só atletas como ídolos. Depois vieram testes e mais testes e fui ficando. Sai de lá empregada. Hoje tenho certeza que estava escrito para eu estar no UFC”.

Assim, se tornando a primeira Octagon Girl Brasileira da história do UFC.

Sobre o assedio ela desconversa, mas deixa escapar que tem uma queda pelos lutadores. “Na pesagem é impossível não olhar, ainda mais porque eles estão de cueca (risos)”.

“Já namorei lutadores, vivo nesse universo então é natural eu me envolver com pessoas com quem mais convivo. Namorar lutador é bom, eles tem ótimo preparo físico e principalmente pegada. As posições que aprendem no treino ajudam muito no desempenho em outros momentos (risos)”.

Praticante de Muay Thai ela é fã do Lyoto Machida.

“Admiro muito estilo de luta dele, ele é um verdadeiro Samurai. Respeita o adversário até na hora de dar o soco final para o KO. Além de um ótimo lutador eu o acho lindíssimo. Mas é muito bem casado (risos)”.

Planeja estudar teatro em 2015 e ir em busca do seu sonho de infância: Trabalhar na televisão.

“A vida é feita de lutas e desafios e esse é o meu próximo. Sou muito competitiva e vou dar o meu melhor para conseguir esse novo titulo”.

 

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